A Era Patriarcal e o Século XXI

A intenção deste ensaio é de relacionar a concepção de Deus da “Era dos Patriarcas” com a concepção do “Século XXI”. Para isso vejamos ambas as partes separadamente para depois relacionarmos.

A Era Patriarcal

Gostaria de fazer um pequeno resumo sobre a Era Patriarcal com base em Walter C. Kaiser Jr..

A partir de Gênesis 12 começa uma nova era na revelação divina, a qual chamamos de “Era dos Patriarcas”.  Esta era é assim chamada porque Deus escolhe alguns homens para proclamar a palavra de Deus para toda a humanidade.

Os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó se tornaram marcas de uma nova fase na benção divina acumulada. É preciso entender alguns fundamentos sobre a era patriarcal, ou seja:

A Palavra da Revelação

Sabemos da grandeza e importância atribuída a palavra de Deus na ‘era pré-patriarcal’, do mesmo modo, na “era patriarcal” a palavra de Deus foi valorizada tanto quanto na era antecedente.

É preciso salientar também que os patriarcas muitas vezes eram apresentados como profetas (Gn 20:7), e, mais claramente, como homens que tinham acesso imediato a palavra e ao ouvido do Deus vivo. Por isso, vejamos quais modos Deus utilizava para se relacionar, ou melhor, dialogar com os patriarcas.

É importante entender que Deus se dirigia a eles diretamente em palavras faladas (Gn 12:1; 4; 13:14; 15:1; 21:12; 22:1). Portanto, além de Moisés (Nm 12:6-8), Deus também falava boca a boca com Abraão, Isaque e Jacó. Além de Deus falar boca a boca com os patriarcas, ele aparecia, ou melhor, se deixava ver. Com isso, a promessa de Deus, o seu conforto e orientação assinalava a importância e a realidade de suas palavras.[1]

Walter C. Kaiser Jr. nos informa ainda que junto com a aparição de Deus “havia a manifestação do ‘Anjo do Senhor’”. O que seria isso? Bem, segundo o próprio autor havia identificação com o próprio Deus e, embora isso, não era Deus, mas algo mandado, isto é, a serviço dEle. Kaiser relata: “não era o Deus invisível; mas agia e falava como tal”. Outra maneira pela qual Deus também falava com os patriarcas era através de sonhos e visões.

A Palavra da Promessa 

“O conteúdo desta promessa era basicamente tríplice: um descendente, uma terra, e uma bênção para todas as nações da terra.” [2]

Nessa promessa de Deus aos patriarcas podemos entender, ainda com a ajuda de Kaiser, três aspectos importantes. Primeiramente, o de ter um herdeiro, já que este, herdaria as promessas e as bênçãos de seu pai. Em segundo lugar o outro aspecto, uma herança. “A partir do primeiríssimo momento da chamada que Deus dirigiu a Abraão, ele falava desta ‘terra’ ou ‘país’.”[3] Como terceiro aspecto podemos citar ‘uma tradição herdada’. Parece-me que um aspecto liga-se ao outro, já que, Deus promete um descendente e uma terra, e isso gera uma tradição herdada, para que assim os filhos dos patriarcas, como os filhos dos filhos pudessem cuidar da promessa de Deus.

A Palavra de certeza

Kaiser descreve como outra parte da benção da promessa, mas poderíamos, quem sabe, dizer, a própria benção da promessa o fato de Deus garantir a sua presença com os patriarcas. Talvez esse fator (o da presença de Deus), foi o que mais somou, ou melhor, colaborou para que cada um dos patriarcas acreditassem na promessa de Deus.

O Deus da Promessa

Podemos perceber em meio a vida dos patriarcas os vários nomes atribuídos para Deus. Kaiser coloca como o mais importante o El Shaddai, que era traduzido por ‘Deus Todo Poderoso’. Talvez o mais importante por denotar a força e o poder de Deus. Kaiser mesmo cita a frase que Geerhardus declarou: “El Shaddai enfatizava a obra sobrenatural da graça de Deus. Assim como Ele dominava sobre a natureza, forçando-a a adiantar o Seu plano de salvação, El Shaddai indicava a capacidade de Deus de subjuga-la. Assim sendo, este nome vinculava a sua obra na criação com sua obra poderosa através da história para levar o seu plano a efeito.”[4] Portanto, um Deus que pode todas as coisas.

É interessante notar que a vida dos patriarcas, bem como as bênçãos que recebiam, transbordavam, até mesmo, aos seus vizinhos.

“A confiança dos patriarcas que sobreviveriam à morte, mesmo deixando de debater o meio ou método propriamente dito, surgiu juntamente com as demais bênçãos daquela era. Abraão acreditava que o poderoso Deus poderia livrar seu filho da própria morte, em Gênesis 22.”[5]

É importante ressaltar que o relacionamento entre Deus e os Patriarcas perduram até nossos dias já que muitas vezes associamos citando o Deus de Abraão, Isaque e Jacó.

O Século XXI

Estamos inseridos em um momento histórico onde as igrejas se tornaram empresas, os pastores se tornaram gerentes, os membros da mesma se tornaram os consumidores e, infelizmente, Deus se tornou o produto ou mercadoria a ser comercializada. Essa época em que estamos introduzidos, podemos chamar de século XXI.

Vamos entender algumas coisas nesse século. Primeiro, vamos colocar em ordem aquilo que tem acontecido principalmente em nosso contexto brasileiro. É com tristeza no coração que olhamos para nossas igrejas e não enxergamos Jesus no centro, talvez nem enxergamos ele em lugar algum. Bem, o fato que precisamos abordar é: quem é Deus em pleno século XXI, quem é o pastor, quem é a ovelha e onde estão os doentes. Com toda convicção podemos dizer que as pessoas que vão as igrejas imaginam que Deus é, digamos assim, um escravo milionário, pois a vontade dele não importa e, além disso, ele deve me dar todo seu dinheiro. Digamos que nos dias de hoje Deus tem sido tratado também como um grande e competente empresário, já que, basta eu fazer algo que ele quer que eu faça aqui e ali e tudo resolvido, Deus dá o que era preciso. Enfim, Deus de fato não é um escravo milionário e, muito menos, um empresário competente, mas é como ele tem sido visto e até, mesmo que inconscientemente, definido em nossos dias. Deus, verdadeiramente, é nosso Senhor, Criador e Salvador, mas as pessoas tem o definido bem diferente disso.

Vejamos então o que são os pastores. Eugene Peterson tem uma boa definição para nós:

“Os pastores se transformaram em um grupo de gerentes de lojas, sendo que os estabelecimentos comerciais que dirigem são as igrejas. As preocupações são as mesmas dos gerentes: como manter os clientes felizes, como atraí-los para que não vão as lojas concorrentes que ficam na mesma rua, como embalar os produtos de forma que os consumidores gastem mais dinheiro com eles.”[6]

De fato, sabemos da existência destes líderes e, até mesmo, conhecemos pastores que temos todo o respeito, pois, são verdadeiramente profetas de Deus. Mas cabe a nós também ‘cair na real’ e ver que se generalizarmos, isto é, olhar num todo principalmente à pastores brasileiros realmente temos bons gerentes de igreja. Pessoas preocupadas em aumentar o seu número de membros (e não importa a qualidade), preocupadas em grandes construções (se tem um membro da igreja, ou mesmo, qualquer pessoa passando fome não importa, vamos construir), e enfim, pastores preocupados com seu próprio bolso, sucesso, fama etc. Essa tem sido, infelizmente, a realidade em nossos dias.

Ainda precisamos definir quem são, ou melhor, o que são os membros das igrejas de hoje. Vejamos: o pensamento é – já que agora meu pastor é o gerente tenho algumas saídas: ou preciso ser encarregado de algo, ou preciso ser um bom freguês e cliente para receber algumas promoções. Esse é o pensamento. Preciso me preparar para liderar na igreja; se não lidero, preciso comprar muito para ganhar alguns descontos; e se não tenho como comprar, então vou pegar no pesado mesmo.

Vivemos em uma época no Brasil onde é difícil até definir, em muitos casos, o que é igreja e o que é seita. Gedeon de Alencar em seu livro “Protestantismo Tupiniquim” expõe aquilo que Troeltsch já havia sintetizado:

SEITA:

IGREJA:

Exclusivista Inclusivista
Grupo de adesão voluntária; ‘se adere a seita’ Grupo natural de nascimento; se nasce na igreja
Acentua a verdade de sua interpretação Acentua o universalismo do evangelho
Ênfase na experiência Ênfase na tradição
Negação do mundo; evita as formas sociais Aceitação do mundo; relaciona-se com as classes dominantes
Opta pelo isolamento social Opta pelas alianças; aceita a ordem secular
Ideal do sermão do monte; comunismo do amor Ascetismo é método eclesiástico
Obediência literal e radicalismo Desenvolvimento e contemporização
Enfatiza e realiza a idéia de santidade subjetiva Enfatiza a idéia de graça e a torna objetiva
Grupo seleto de eleitos; voluntários Sacerdócio, hierarquia; graça sacramental e jurisdição eclesiástica
Visão escatológica Elemento sobrenatural está na estrutura

Parece que olhando para este quadro de comparação as definições estão inversas, mas não, o fato é, como o próprio autor Gedeon de Alencar questiona em seu livro: “quem é seita e quem é igreja? Depende muito mais de quem está afirmando.”[7] Então, é de suma importância descartarmos a possibilidade de citar certas denominações como donas da verdade e outras não. Por isso, vejamos adiante como solucionar este problema, ou melhor, como saber que igreja (sem se referir a denominação, mas a igreja local) está de acordo com a vontade e os propósitos de Deus.

A Era Patriarcal e o Século XXI – Qual a relação?

Já vimos até agora o que foi a Era Patriarcal, assim como, o que tem sido o século XXI. Entretanto, o desafio agora é de estabelecer uma relação entre estes dois períodos históricos para que entendamos e compreendamos o que Deus fez na era dos patriarcas e o que Deus faz no século XXI; o que Deus proporcionou aos patriarcas e o que ele proporciona hoje em dia; e, finalmente, qual foi a intenção de Deus na Era dos Patriarcas e qual a intenção de Deus no século XXI.

O que Deus fez e o que Ele faz?

Percebemos a grande e maravilhosa promessa que Deus fez aos patriarcas, em especial, a Abraão. Percebemos em Gênesis 12:1-3 que não há um dialogo de Deus com Abraão, Deus apenas fala o que ele deveria e o que iria acontecer. Então, Abraão sem qualquer discussão obedece a Deus. Um pequeno trecho que podemos destacar daquela Era, pois o ensinamento que enxergamos de fato nos assusta com aquilo que vemos acontecer em nossos dias. Primeiro a questão da obediência a Deus. Diferentemente de hoje, um momento critico da história onde as pessoas questionam a Deus por tudo, Abraão apenas obedece a Deus, sem perguntar o porque, quando e onde. é verdadeiramente impressionante a forma como Abraão obedece, pois em seguida o texto relata que quando partiu para obedecer  Deus já tinha setenta e cinco anos. Hoje quando Deus fala algo para certas pessoas elas questionam, querem saber se realmente vão receber o que Deus prometeu, duvidam da voz de Deus e caem no erro de não obedecer. Vejo que as igrejas assim como os pastores precisam deixar de ser um comércio e levar a sério a voz de Deus, porque assim como Deus falou com aqueles patriarcas ele tem falado em nossos dias, muitos fazem de conta que não escutam, outros definitivamente não querem obedecer e outros ainda que por causa da ausência de fé não ouvem a Deus. Definitivamente, Deus continua falando.

O que Deus proporcionou e o que Ele proporciona?

De fato Deus proporcionou aos patriarcas uma vida reconhecida, ou seja, Deus prometeu e deu a Abraão um nome, renome, reputação e superioridade, desejos que eram de ambição compulsiva dos reis tiranos chamados “filhos de Deus” em Gn 6:1-4 e, também, os arquitetos da torre de babel em Gn 11:4. bem, percebemos que todos os que buscaram de fato este renome, reconhecimento e superioridade ‘ficaram na vontade’. Pois, Deus manifestou e abençoou com tudo isso aos patriarcas. Vejo que muitos de nossos pastores de hoje precisam inicialmente obedecer a voz de Deus (aquela que eles ouviram quando se sentiram chamados por Deus), para que se da vontade de Deus, Deus o fazer um grande homem e, quem sabe, de renome.

Infelizmente, os pastores tem caído no desejo de fama, sucesso e, porque não, dinheiro. Vamos voltar ao foco. O que Deus proporcionou aqueles patriarcas também proporciona em nossos dias. Deus é sempre o mesmo. O amor dEle não mudou, a vontade dEle não mudou e o poder dEle não mudou.

Qual a intenção de Deus lá e cá?

A intenção de Deus foi e é desde a criação de ter um relacionamento saudável (sem negociar) com o homem, assim como, com os patriarcas, Deus quer se deixar ver, ele quer falar boca a boca com cada um de nós, quer nos revelar a sua vontade através de visões, sonhos etc. e Deus continua a fazer isso, mas nem todos tem estado disposto a ouvi-lo, a vê-lo, enfim, a andar com ele.

“Deus não muda, na Era dos Patriarcas ao Século XXI Ele é o mesmo Deus disposto a amar, entregar e a levar cada um de nós a ter um amadurecimento completo.”


[1] KAISER, Jr. Walter C. – “Teologia do Antigo Testamento” – págs. 87-88.

[2] Id. Ibid. – pág. 89.

[3] IDEM – pág. 93.

[4] IDEM – pág. 101.

[5] IDEM – pág. 102.

[6] PETERSON, Eugene – “Um Pastor Segundo o Coração de Deus” – pág. 2.

[7] ALENCAR, Geden – “Protestantismo Tupiniquin” – págs. 21-22.

BIBLIOGRAFIA

 

PETERSON, Eugene “Um Pastor Segundo o Coração de Deus” Rio de Janeiro, editora Textus, 2000, 182 págs.

 

KAISER, Jr. Walter C. “Teologia do Antigo Testamento” São Paulo, edições Vida Nova, 1980, 312 págs.

 

ALENCAR, Gedeon “Protestantismo Tupiniquim” São Paulo, Arte editorial, 2005, 160 págs.

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6 Responses to A Era Patriarcal e o Século XXI

  1. Jean Ribeiro disse:

    A Igreja do Século XXI está em crise, onde muitas discuções coerentes como essa exposta acima, buscam tentar explicar ou entender, o futuro e o presente da Igreja. Eu tenho esperança e confiança na mente e no coração Humano, pois Deus também assim confiou, mesmo nos conhecendo intimamente. Tenho certeza que quando esse momento de crise passar e a nova geração de Teólogos e pastores se posicionar frente a isso, teremos uma igreja coesa, segundo o coração de Deus.

    • Douglas Weege disse:

      Jean, obrigado pelo seu comentário. Ele é extremamente pertinente e importante para pensarmos A Igreja. Penso apenas numa ordem inversa, isto é, para que a crise passe e comece um tempo de arrependimento e renovação é necessário que os convictos em Cristo (não só pastores ou teólogos) deem o primeiro passo, trabalhem em prol do evangelho, deixem de lado a placa denominacional, denunciem as falácias bíblicas e vivam em prol da única Igreja que, de fato, existe: a Igreja de Cristo!
      O que acha?

      • Jean Ribeiro disse:

        Analisando a origem do que é Igreja, no Hebraico qahal que significava assembléia, a tradução Septuaginta que usou ekklesia para traduzir a palavra qahal entendendo o contexto do primeiro século quando o povo de Deus se reunia para adoração, que na língua portuguesa se traduz como Igreja, que foi o termo mais usado no novo testamento para designar as assembleias dos discípulos cristãos. Crendo desta forma não posso descartar a importância da instituição igreja, que a séculos reúnem os Cristãos afim de comunhão e adoração a Deus e muitas destas instituições investem pesado em missões e evangelização. Obviamente entendo as exceções destas Instituições que apenas buscam autopromoção e fama. Concordo também quando se diz que nós somos a igreja pois um povo é constituído por grupos étnicos identificados por sua raça idioma, historia e tradições, no nosso caso somos unidos pela crença de que Ele é nosso Deus. Com toda certeza, não apenas os Teólogos e pastores, todos nós podemos tomar frente e fazer esta diferença nos tornando a igreja de Cristo.

      • Douglas Weege disse:

        Com certeza a instituição é importante. O que algumas instituições fazem em prol da sociedade é indispensável. Entretanto, a Igreja de Cristo está infinitamente acima de toda e qualquer instituição. Exemplo disso, o próprio Cristo. Refutou toda e qualquer religiosidade e proclamou seu Reino. Toda e qualquer instituição, ainda que religiosa, que não sirva a Cristo, é indispensável. A instituição judaica não comia com os pobres, Jesus comeu; a instituição judaica apedrejava os pecadores (como se eles não fossem), Jesus perdoou; não permitiam milagres aos sábados (parece piada), Jesus curou no sábado, etc.

        Os exemplos são infinitos. Não dispenso instituição, se ela realiza o seu papel e não distorce a escritura, ainda que faça trabalhos sociais. Agora, segundo entendo e leio seja no Hebraico, Aramaico ou Grego, Jesus Cristo de Nazaré veio proclamar o Seu Reino, não uma instituição (ainda que esta, como falei, tem, bem reduzidamente, sua importância.

        Penso que concordamos com isso!

  2. Jean Ribeiro disse:

    Com toda certeza concordamos! Quero te parabenizar tua iniciativa por criar este blog, muito importante tornar essas reflexões abertas ao público. Parabéns e obrigado pela discução ( no bom sentido) Valeu!

  3. YURI BAUER GRAMBOW disse:

    Tudo sempre caminha rumo ao relacionamento. Em qualquer era ou tempo. Para pensamos a igreja, podemos começar observando a coerência de que igreja é justamente quem tem rwlacionamento com DEUS! Fora isso são pessoas com coceira nos ouvidos! Hehehe!

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